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Modalidades de serviços em nuvem: Qual é melhor para o seu negócio

quinta-feira, 18 de abril de 2019 por Jefferson Silva
Modalidades de serviços em nuvem: Qual é melhor para o seu negócio

Pensando em migrar suas soluções para nuvem, mas ficou confuso com a sopa de letrinhas IAAS, PAAS e SAAS e não sabe qual serviço atende melhor suas necessidades? Nesse artigo eu vou detalhar as principais diferenças entre as modalidades dos serviços em nuvem mais comuns no mercado. 

Infraestrutura como serviço – IAAS

Dentre os três principais tipos de serviços prestados pelos provedores de nuvem, a infraestrutura como serviço é a que mais oferece flexibilidade e controle. Basicamente alugamos recursos do provedor, como poder computacional, armazenamento, componentes de rede, entre outros, e preparamos o ambiente onde serão implantadas as aplicações. 
Entre os principais serviços dessa categoria temos: máquinas virtuais, firewalls, serviços de armazenamento, etc...

Plataforma como serviço – PAAS

Nesse modelo o provedor oferece um ambiente para criação, testes e implantação de aplicações. A plataforma como serviço abstrai a necessidade de configurações mais baixo nível do ambiente. 
Essa é uma alternativa em cenários de desenvolvimento de aplicações onde o desenvolvedor necessita de uma estrutura livre de burocracia, para implantar suas soluções. 
Exemplos de plataformas como serviço: Ambientes de execução, bancos de dados e web servers.

Software como serviço – SAAS

Por último, mas não menos importante, temos o software como serviço. Esse modelo absorve do cliente as responsabilidades de infraestrutura e oferece acesso a uma aplicação, mantida pelo provedor, pela qual ele paga pelo uso. O pagamento depende da licença, e pode ser em forma de mensalidade ou anuidade. 

Alguns exemplos de software como serviço são: Office 365, Skype, Dropbox, etc...

Modelos de responsabilidade na computação em nuvem

Quando falamos sobre as modalidades dos serviços de nuvem um dos pontos fundamentais a serem observados é o nível responsabilidade e demanda de gerenciamento que cada serviço requer.
 
A imagem abaixo ilustra a divisão de esforços por parte do contratante (azul claro) e do provedor (azul escuro). Nela notamos que o modelo de infraestrutura como um serviço é o que mais demanda esforços e conhecimento técnico por parte do cliente, com pontos mais baixo nível como instalação do sistema operacional e configuração do ambiente de execução.

No meio termo temos a plataforma como serviço onde o cliente gerecia apenas a aplicação e os dados, deixando todo o resto por conta do provedor.

Por último, na modalidade de software como um serviço a demanda da administração da infraestrutura por parte do cliente é nula, cabe ao provedor todo o esforço de gerenciamento do serviço.


Microsoft - Modelo de responsabilidade

Níveis de controle nos serviços cloud

Outro ponto importante a ser levado em consideração, quando escolhemos um dos modelos de serviço de nuvem, é o nível de controle que cada categoria oferece. 

Observando só o modelo de responsabilidade pode parecer sugestiva a escolha pelo serviço que menos demanda esforço por parte do cliente, porém cada cenário de negócio é diferente e é importante notar que junto com a incumbência de gerenciamento vem a possibilidade de personalização. 

A infraestrutura como serviço possibilita o uso de customizações nos níveis mais baixos do ambiente, como configurações específicas no sistema operacional, enquanto no software como serviço, assim como as responsabilidades, as personalizações são poucas, ou não existem.

Qual serviço em nuvem eu devo escolher?

Cada tipo serviço vai atender uma demanda em um cenário específico. Na hora de escolher entre as modalidades de serviços em nuvem é preciso levar em conta a necessidade de personalização e controle e o nível de conhecimento e esforço de gerenciamento de cada uma delas.


Ainda em dúvida se compensa migrar suas soluções para a nuvem? Nesse outro artigo falo sobre as principais vantagens da computação em nuvem.   
 

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Jefferson Silva
Autor
Jefferson Silva

Desenvolvedor de Soluções da Code 21. É formado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pelo Centro Universitário Curitiba – Unicuritiba e pós-graduando em App Development pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Já publicou artigos na área de tecnologia e é um entusiasta do desenvolvimento mobile e de UX. Se deseja viabilizar seu software web ou mobile, migrar para nuvem ou implantar ferramentas de TI, entre em contato com a Code 21.