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Transformação Digital: Tecnologias quase prontas

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020 por Eduardo Spaki
Transformação Digital: Tecnologias quase prontas

A transformação digital veio com tudo. Impressoras 3d, assistentes virtuais…e até mesmo o IoT: você já ouviu falar de tudo isso, certo?

Mas confesse: elas ainda não estão muito presentes no seu dia a dia. O que faltou para elas deslancharem? Você saberia dizer o por que ainda não se beneficia tanto delas?

Transformação Digital: O que está faltando para as novas tecnologias alavancarem?

O legal da transformação digital é que ela nos traz muitas possibilidades, e bem acessíveis. Hoje, recebi uma oferta de uma impressora 3D de um site chinês por menos de R$ 100,00. 

Além disso, posso chamar um carro para me levar ao trabalho pelo smartphone, sem precisar ligar para ninguém, basta um toque no celular. E, apesar de me sentir um pouco sedentário, apago o abajur do quarto pelo celular também.

Agora, analisando esses dois primeiros casos na vida cotidiana de uma pessoa, não necessariamente geek, a tecnologia de chamar um carro pelo celular é útil e bem usual. 

Já a impressora 3d, nem de perto tem a popularidade de uma impressora comum de papel (apesar de não se imprimir tantas coisas em papel hoje em dia).

O porquê disso? Não é pegadinha, a resposta é óbvia: ela é lenta, matéria prima complicada, tem limitações e apresenta mais erros que as impressoras comuns de papel.

Ela não é muito prática, mas é muito bom que ela exista e evolua, isso porque ela apresenta muitos benefícios para segmentos como engenharias e suas prototipações.

O IoT (Internet of Things) promete coisas legais também, como automação residencial. Mas o que seria automação residencial? Controlar lâmpadas e cortinas por controle remoto ou batendo palmas? Ter um robô aspirador, que limpa sua casa, mas não o livra de realizar a limpeza pesada?

Essas promessas vão se tornar realidade um dia?

Sim, o conceito dela ainda está em fase construção. Pegue a televisão digital, por exemplo: Quando começou a “moda” das televisões digitais, os tecnólogos prometiam umas coisas esquisitas, ninguém entendia o que eles falavam. Tudo acabava se resumindo a: A qualidade da imagem da novela é melhor!

Porém, mais de uma década depois, a TV digital se consolidou e hoje é mais fácil entender o que ela é. Podemos resumir isso com uma palavra: Smart TV.

Ou seja, a transformação digital possibilitou uma TV mais interativa, onde podemos consumir conteúdos sob demanda, online, de produtos independentes, além de locar filmes diretamente por ela, entre outros.

A TV Digital deu certo, mas esse ainda não é o caso dos assistentes digitais, como Siri, Cortana, Alexa e afins. Você pode perguntar coisas para seu celular, mas dificilmente o faz, pois não sabe direito o que pedir ou o que ele é capaz de fazer por você. 

Aos poucos as pessoas estão assimilando melhor os assistentes, ao ritmo que a tecnologia também melhora. Um amigo disse que o sogro utiliza o assistente do Google de maneira ativa tanto para ir dormir, quanto para acordar, seguindo alguns ritos de pedir para o celular acordar em tal horário com determinada música.

Também já vi pessoas interagindo com a Alexa, da Amazon, pedindo para ela traduções, perguntando as horas e até mesmo vendo as últimas notícias.

Eis que me peguei pensando: porque eu ainda tinha que ser criterioso em conseguir determinadas informações? Muitas vezes escolhendo de maneira cuidadosa as palavras para colocar em um mecanismo de buscas na Internet!?

Será que o Google não poderia me ajudar com seu assistente de uma maneira mais inteligente com isso?